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Agulhinha - Com grãos longos e finos, é o preferido na cozinha brasileira. Muitos acham que, especialmente nesta variedade, a classificação 1 e 2, que determina a qualidade do grão, corresponde a sua espessura.
Parboilizado - É o arroz pré-cozido ainda com casca para os nutrientes se fixarem nos grãos. Como fica mais consistente, depois de preparado, não empapa. Para consumir puro ou em saladas.
Japonês - Depois de cozidos, os grãos, brancos, curtos e arredondados, tornam-se macios, úmidos e bem unidos. De sabor e odor neutros, são perfeitos para receitas tradicionais japonesas, como o sushi.
Integral longo - É o arroz descascado e não polido, com grãos longos. Com consistência um pouco mais firme do que a dos brancos, também pode ser usado na culinária em geral.
Arbóreo - Variedade italiana com grãos largos e perolados, que absorvem bem a água e o sabor dos temperos. Ficam amanteigados e al dente em risotos, canjas, sopas e doces. O carnaroli, também italiano, é similar a esse tipo.
Selvagem - Esse grão, que não é arroz embora seja conhecido como tal, cresce espontaneamente próximo aos lagos da América do Norte e do Canadá. Com sabor de nozes ou avelãs, vai bem com peixes e legumes.
Jasmim - Conhecido também como tailandês, apresenta grãos brancos, finos e longos, que desprendem um aroma intenso e têm sabor amanteigado quando cozidos. É bom puro ou com legumes e carne de porco.

Basmati - Também chamado indiano, é um arroz fino e longo, com sabor e aroma marcantes, que lembram nozes torradas ou pipoca. Cozido no vapor ou na água, é ideal para receitas condimentadas.

Cateto branco - Curto e mais arredondado, é muito apreciado no preparo do arroz-de-carreteiro gaúcho. Também dá bons resultados em sobremesas como o popular arroz-doce e pudins
Cateto integral misto - A combinação do arroz integral com o arroz vermelho - cultivado e muito utilizado no Nordeste brasileiro - resulta num preparo de textura firme e sabor marcante.
 
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